A entrega dos alimentos foi coordenada pelo promotor de Justiça Samuel Farias e pelo juiz Carlos Henrique Rossi. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) ficou responsável por identificar e cadastrar as famílias contempladas, além de organizar a distribuição dos mantimentos.
As cestas básicas foram destinadas às famílias selecionadas pelo serviço de assistência social, considerando a situação de vulnerabilidade dos beneficiários.
Os Acordos de Não Persecução Penal são instrumentos previstos no Código de Processo Penal que permitem a resolução de determinados casos criminais sem a necessidade de abertura de uma ação penal, desde que sejam cumpridos os requisitos estabelecidos pela legislação.
Entre as condições que podem ser estabelecidas nesses acordos está a prestação pecuniária, com destinação a entidades públicas ou de interesse social. No caso de Itapetim, obrigações decorrentes dos acordos possibilitaram a distribuição de alimentos para as famílias atendidas.
A medida contou com a participação do Ministério Público, do Judiciário e do CREAS, que atuou na identificação dos beneficiários e na organização das entregas.

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