De acordo com o perito Lázaro Britto, a necrópsia revelou a presença de grânulos enegrecidos na mucosa estomacal dos animais, características associadas ao veneno popularmente conhecido como "chumbinho". Embora o envenenamento esteja comprovado em laboratório, a substância exata ainda mantida sob sigilo para não comprometer as investigações.
O delegado responsável pelo caso, Thitto de Amorim, informou que as diligências para identificar e prender os autores do crime continuam em andamento sob sigilo. A Polícia Civil apela à população local por informações que ajudem a elucidar o caso, garantindo o anonimato por meio do Disque-Denúncia (197).

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