Ele tentava receber R$ 1,5 milhão em indenizações de quatro seguradoras (Allianz, Zurich, Tokio Marine e Sompo), contratadas semanas antes do episódio, em 2019.
O homem alegou ter sido sequestrado e atacado por criminosos na zona rural do Recôncavo baiano. A farsa caiu porque ele não sabia dar detalhes do crime, seus pertences "roubados" foram achados perto do local da amputação e o intervalo entre os contratos dos seguros e o incidente era suspeito.
Sem mais recursos, ele foi condenado a dois anos de reclusão por fraude securitária. A pena de prisão foi convertida em medidas alternativas (regime aberto).

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